Elegemos
os 30 melhores guitarristas do Brasil.
A
lista está em ordem alfabética, não achamos
justo que tantos estilos e talentos diferentes fossem listados
de forma competitiva, por isto, apenas citamos os nomes dos "guitar
heroes" brasileiros e falamos um pouco sobre cada um deles.
Veja na lista abaixo quem são as ferras.
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Andre
Christovam
André
Christovam é considerado um dos pais do Blues no
cenário muscial brasileiro, além de ser
considerado um dos melhores guitarristas do país.
Nascido em São Paulo, André estudou música
no renomado Guitar Institute of Los Angeles (GIT) nos
anos 80, tornando-se o primeiro brasileiro a formar-se
nesta escola.
Ao
retornar ao Brasil, em meados dos anos 80, André
trabalhou com os mais importantes artistas brasileiros
e internacionais em passagem pelo Brasil, participando
de bandas como Golpe de Estado, Kid Vinil, Heróis
do Brasil, Rita Lee e Roberto de Carvalho, Raul Seixas
e Marcelo Nova. No final dos anos 80, André decide
gravar seu primeiro trabalho solo com o álbum "Mandiga",
em 1989, um álbum marcante a discografia do blues
nacional, principalmente pelo ineditismo de trazer um
disco de blues com todas as músicas em português.
Na
década de 90, o guitarrista participou da turnê
"Taj Mahal's and Sugar Blue's", nos Estados
Unidos e gravou um CD em Chicago "The 2120 Sessions"
com o vocalista "Big Voice" Odom e membros da
banda de Junior Well
Atualmente,
André conta com cinco álbuns de sua autoria
sendo que seu último trabalho, "Banzo",
foi gravado pelo selo Eldorado |
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Andre
Zaza Hernandes
André
Hernandes nasceu em São Paulo, no dia 18 de novembro
de 1970. O contato e o interesse pela música vieram
cedo. Sua infância foi marcada pelas rodas de samba
e choro organizadas por seu avô, seu pai e seus
tios; entre seus passatempos preferidos estava assistir
aos ensaios da Orquestra Azul, banda de seus primos mais
velhos que tocava clássicos da Mahavishny Orchestra.
Aos 9 anos, gastava toda a sua mesada comprando discos
dos Beatles. Foi nessa época que veio o interesse
em aprender a tocar um instrumento. Ganhou seu primeiro
violão, presente de seu pai escolhido com a ajudo
do seu tio Nardo (renomado violonista de sete cordas).
Vieram as primeiras aulas de violão com uma professora
do bairro.
Mas
foi aos 11 anos, assistindo ao último bloco do
Som Pop (programa de vídeo clip da época)
quando viu um especial do Van Halen ao vivo (Turnê
Fair Warning) que decidiu tocar guitarra. Passou a ouvir
bandas de rock pesado, deixando um pouco de lado o violão
choro/samba herdado de seus tios e avô. Então
aos 13 anos, após ter trabalhado um ano em uma
farmácia fazendo entrega de remédios, conseguiu
juntar dinheiro para comprar sua primeira guitarra: uma
Giannini SG, um amplificador Giannini Bag (“baguinho”)
e um pedal de distorção sem marca! Nesta
mesma época começou a ter aulas de guitarra
passando por vários professores, até que
um amigo indicou o professor Michel Perie que foi quem
o ensinou os conceitos de harmonia, improvisação
e técnica de forma didática e organizada.
Já levava a sério os estudos de guitarra,
passando várias horas por dia estudando e tentando
tocar Van Halen e Randy Rhoads.
Com
15 anos, depois de ouvir o disco Rising Force (primeiro
álbum de Yngwie Malmstteen), decidiu entrar numa
disciplina de tocar de oito a nove horas por dia porque
queria tocar como Malmstteen. Nessa rotina de estudos
surge o inWteresse por música instrumental e nos
anos seguintes passa a pesquisar este estilo musical,
conhecendo nomes como: Joe Satriani, Steve Vai, Steve
Morse, Vinnie Moore, Greg Howe, Jeff Beck, etc... Aos
17 anos, num show do Trielo (trio de guitarras com play-back),
André viu pela primeira vez o guitarrista Mozart
Mello tocar. Na mesma hora quis ter aulas com ele... Aí
começou uma “pequena batalha” pra conseguir
uma vaga com o mestre, já que sua lista de espera
era muito longa. Foi a vários shows, ligava toda
semana atrás de uma vaga...
Até
que um dia Mozart disse que iria ministrar um curso de
harmonia no Conservatório Souza Lima. O curso foi
tão puxado que começou com doze alunos e
terminou com apenas dois. Então Mozart decidiu
abrir vagas para que esses dois alunos que conseguiram
terminar o curso continuassem tendo aulas com ele. Foi
assim que André conseguiu sua vaga com o mestre
e ficou tendo aulas por cinco anos. Mozart o incentivou
a se aprofundar em outros estilos como jazz, blues, fusion
e mpb. Gêneros que, junto ao rock, o ajudaram a
formar sua identidade musical. Nessa mesma época
André começa a tocar profissionalmente passando
por bandas de cover como Billy Idol, Guns’n’cover,
U2 e até um Dave Lee Roth cover!... Sua trajetória
como professor se iniciou também aos 17 anos quando
começou a dar aulas para alguns amigos e logo já
estava dando aulas em escolas de música, tornando-se
um professor conceituado com vasto material didático.
Atividade que exerce há 18 anos, sem deixar de
lado os estudos e constantes pesquisas. A fim de sempre
aperfeiçoar sua didática e sua identidade
musical que consiste em misturar estilos e ritmos de forma
coesa, buscando uma personalidade em sua linguagem.
Atualmente
dedica-se ao ensino de guitarra, dando aulas a vários
guitarristas atuantes no mercado como Rafael Bittencourt
e Hugo Mariutti. Grava guitarras e violões para
estúdios em São Paulo (principalmente áudio
publicitário). Toca nas bandas: Radiofonics (cover
Pop/rock), Latin Lovers (cover musica latina) e Sunsarah
(música própria) e tem um trabalho instrumental
auto-intitulado que lançou recentemente em um cd. |
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Andreas
Kisser
Se
interessou por música logo cedo, aos 10 anos de
idade, escutando os discos da mãe e do pai, como
Beatles, Roberto Carlos e basicamente sertanejos como
Tonico e Tinoco por parte de seu pai. Com o violão
da avó, aprendeu os acordes principais através
da MPB. Pela influência de um amigo mais velho,
conheceu o Queen e o Kiss, o que revolucionou toda a sua
maneira de encarar a música. Comprou sua primeira
guitarra (Giannini-Supesonic) e um pedal de distorção.
Então
Andreas formou sua primeira banda, a ESFINGE e teve grande
repercussão na região do ABC paulista na
metade da década de 1980. Só tocavam covers
e isso foi uma grande escola, tocando desde Whitesnake
até Venom. No começo de 1987, entrou para
o Sepultura, se mudando para Belo Horizonte e começando
uma carreira única na história da música
brasileira. Junto com Max Cavalera, Igor Cavalera e Paulo
Jr., conquistaram o mundo, viajando pelos quatro cantos,
divulgando um pouco mais a cultura brasileira através
da música pesada.
Andreas
continua com o Sepultura, agora com Derrick Green nos
vocais e também se lançou no mundo do cinema
fazendo duas trilhas sonoras. A primeira foi feita em
1998, para o filme No Coração dos Deuses,
direção de Geraldo Moraes, com Antonio Fagundes,
Roberto Bomfim, dividindo a música com Igor Cavalera
e André Moraes. A segunda foi feita em 2002 para
o filme Bellini e a Esfinge, direção de
Robertyo Santucci, com Malu Mader, Fábio Assunção,
baseado num livro de Tony Bellotto e junto à este
dividiram a trilha com Charles Gavin e Eduardo Queiróz,
também participou junto com o Sepultura e André
Moraes da trilha do filme Lizbela e o Prisioneiro regravando
uma música de Zé Ramalho, "A Dança
das Borboletas", contanto com a participação
do próprio músico. Também produziu
o disco Cheque Mate da banda paulista Necromancia que
saiu em 2001, e produziu o disco Intro da banda Lagunna,
que foi lançado em 2005.
Criou
em 2003 o projeto Brasil Rock Stars em que toca o repertório
que o influenciou a ser guitarrista, bandas como Black
Sabbath, Deep Purple, Led Zeppelin, Cream, Jimi Hendrix,
Beatles, Rolling Stones, AC/DC entre outra, junto de Paulo
Zinner (bateria), Vasco Faé (vocais, gaita), Robson
Rocco (vocais), Silvio Alemão (baixo), Daniel La
Torre (teclados) e Theo Werneck (vocais, guitarra). Sempre
contando com convidados muito especias como: Caetano Veloso,
Samuel Rosa (Skank), Paralamas do Sucesso, Tony Bellotto
e Charles Gavin (Titãs), Igor Cavalera, Paulo Jr.
e Derrick Green (Sepultura) Bocato, Nando Reis, Edgard
Scandurra e Nasi (Ira!), Junior Lima, Luis Carlini, Frejat,
Ivo Meirelles e Funk 'n' Lata, George Israel, Clemente
(Inocentes), entre outros. Esse projeto ja se apresentou
em várias casas de shows em São Paulo capital
e interior, Rio de Janeiro, entre outros lugares. Desse
projeto, nasceu uma variação que foi batizada
de "Andreas Kisser Embromation Society" que
conta com Theo Werneck e a dupla, Vasco Faé e Fabio
Azeitona (percussão) aonde tocam o mesmo repertorio
do Brasil Rock Stars junto com algumas músicas
do repertório de Vasco e Azeitona, com uma pegada
mais infuenciada pelo blues. Se apresentam periodicamente
na noite Paulistana. |
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Armandinho
Armando
da Costa Macedo, conhecido como Armandinho, (Salvador,
22 de maio de 1953) é um instrumentista, cantor
e compositor brasileiro, nascido na Bahia. É filho
de Osmar Macedo, do Trio Elétrico de Dodô
e Osmar. Formou o Trio Elétrico Mirim em 1962.
Em 1967, formou a banda de rock Hell's Angels, no qual
tocava guitarra.
Na
década de 1970, Armandinho (guitarras, vocal) formou
o conjunto A Cor do Som, ao lado de Dadi (baixo e vocal),
Mú Carvalho (teclados e vocal), Ary Dias (percussão
e vocal) e Gustavo Schroeter (bateria). A banda se notabilizou
pela alta qualidade instrumental, mesclando sonoridades
de rock, jazz e música brasileira. Apresentaram-se
no Festival de Jazz de Montreux e alcançaram grande
sucesso popular com canções como "Beleza
pura" (Caetano Veloso), "Abri a porta"
(Gilberto Gil - Dominguinhos), "Zanzibar" (Armandinho
- Fausto Nilo), etc.
Ao
longo das décadas seguintes, Armandinho tem dado
continuidade a seu trabalho instrumental (guitarra, violão,
bandolim, etc.), gravando e se apresentando ao lado de
músicos como Raphael Rabello, Paulo Moura, Época
de Ouro, Moraes Moreira, Pepeu Gomes, Caetano Veloso,
Trio Elétrico de Armandinho, Dodô e Osmar,
entre outros. |
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Dino
Rangel
Dino
Rangel apresenta seu 2º cd com participação
dos músicos Márcio Bahia(bateria), Zé
Canuto(sax, flauta e arranjos), Mazinho Ventura(baixo),
Marcos Nimrichter(piano e acordeon), David Feldman(piano),
Ney Conceição(baixo) e Beth Bruno(vocal);
com composições de autores como Guinga,
Tom Jobim, Garoto, Dori Caymi, Victor Assis Brasil, o
cd do guitarrista passeia pelo samba, choro, toada, baião
e frevo. Dino homenageia o cronista Rubem Braga(As Boas
Coisas da Vida), com o título “Partir...Voltar”,
sugerindo como no título do livro, uma das melhores
coisas da vida, numa alusão a música de
improvisação, ou seja, partir, improvisar,
viajar, depois voltar fazendo com que toda essa “viagem”(improviso)
faça sentido.
Dino
estudou com Sergio Benevenuto e Yan Guest, pouco tempo
depois foi pra Nova lorque tocando com grupos brasileiros
e também ter aulas com guitarristas de jazz, regressando
ao Brasil em 1991, dando início à carreira
profissional.
Participou dos grupos Suzete Drinks, Palha de Milho, Saloon&Cia;
acompanhou a cantora Beth Bruno e o cantor e compositor
Fred Martins. Em 1994, excursionou por vários países
da Europa com o grupo Brasiliana. Participou de shows
e gravações com Watusi, Vanessa Barum, Marvio
Ciribelli, Felicidade Susy, Bia Bedran, Baby do Brasil,
Ithamara Koorax, Keiko Omata, Ednardo; na música
instrumental atuou ao lado de Guinga, Léo Gandelman,
Arthur Maia, Marcelo Salazar, Jorge Pescara, PC Barros,
Rogério Souza, Zé Canuto.
Em
1998 estréia seu primeiro disco solo pelo selo
Niterói Discos, assinando a metade das dez faixas
do CD "Café", enquanto o trompetista
Luisão Ramos fornece três composições.
Tom Jobim e Peter Pan ganham inspiradas releituras de
"Antígua" e "Se queres saber",
respectivamente. Acompanhado por músicos como Arthur
Maia, Zé Canuto, Márcio Bahia, Marcos Nimrichter
e Cláudio Infante, entre outros, Dino também
é o arranjador da maioria das faixas gravadas no
Castelo Studio. Como curiosidade, vale registrar que a
faixa "Even Eight", gravada em 1990, em Nova
lorque, conta com os teclados de Edward Simon, o baixo
de Paul Socolow e a bateria de Zach Danziger.
Em
2001 participa do cd “JAZZ FROM BRASIL”, compilação
do jornalista e produtor Arnaldo DeSouteiro, com a faixa
ANTÍGUA (Tom Jobim), junto de Eumir Deodato, Cláudio
Roditi e Ithamara Koorax, lançado no Japão,
Europa e EUA, indicado para o GRAMMY como melhor álbum
Latin Jazz. Participa da compilação do 6º
“Compasso, Samba & Choro”(2003) da gravadora
Biscoito Fino. Foi selecionado em 2º lugar no edital
da Niterói Discos(2006) ao lado de Ronaldo do Bandolim,
Rogério Souza e Luiz Alves, para gravar seu 2º
cd solo. |
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Edgard
Scandurra
Edgard
José Scandurra Pereira (São Paulo, 5 de
fevereiro de 1962) é um guitarrista e compositor
brasileiro, integrante da banda de rock Ira!. Scandurra
está hoje muito mais ligado à música
eletrônica do que ao rock.
Ex-integrante
da banda Ultraje a Rigor, Edgard, que é canhoto,
é um dos maiores guitar heroes brasileiros. Já
fez diversas participações especiais com
grandes nomes nacionais como Kid Abelha, Vange Milliet,
Ultraje a Rigor e Os Paralamas do Sucesso.
No
começo dos anos 80, Scandurra fazia parte e gravou
com a banda Smack dois álbuns (Ao Vivo No Mosh
e Noite e Dia). Após o final do Ira!, voltou a
gravar um EP com a banda, lançado em 2008 com o
título 3.
Tem
dentre seus trabalhos solos, Amigos Invisíveis
e também Benzina. Lançou em 2006 o álbum
Amor Incondicional.
Gravou
a guitarra de diversos álbuns do parceiro Arnaldo
Antunes, além de terem lançado em 2009 o
álbum Pequeno Cidadão, voltado para o público
infantil, com a parceria adicional de Taciana Barros e
Antonio Pinto. |
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Eduardo
Ardanuy
Nascido
em 20 de junho de 1967,Eduardo Ardanuy possui um currículo
invejável. Considerado um dos melhores guitarristas
do País, eleito tanto pelo público como
pelas melhores revistas especializadas, é um modelo
a ser seguido tanto pelos iniciantes como para aqueles
que já possuem algum know-how no mundo da guitarra.
Já participou de bandas como: A Chave do Sol, Anjos
da Noite, Supla, Eduardo Araújo, e desde 1992,
junto de Andria e Ivan Busic, a banda Dr. Sin, da qual
faz parte até hoje.
Com
a banda Dr. Sin participou de grandes eventos como: Hollywood
Rock, Monsters of Rock, M 2000 - Summer Concert, abrindo
shows de grandes nomes do rock como: Ian Gillan, AC/DC,
Dream Theater, Mr. Big, Steve Vai, Joe Satriani, Yngwie
Malmsteen, Bon Jovi, entre outros.
Em
1998, junto com outros dois grandes guitarristas, Frank
Solari e Sérgio Buss, montou o projeto instrumental
TRITONE do qual foi gravado o CD "Just For Fun (and
maybe some money...)" e também realizando
shows pelo País.
No
mesmo ano, em uma votação feita por 200
guitarristas brasileiros e organizada pela revista Guitar
Player Brasil, foi eleito um dos dez melhores guitarristas
do País onde pode ser conferido no CD produzido
pela revista Guitar Player, junto a outros grandes nomes
da guitarra brasileira.
Em
setembro de 2000 o Dr. Sin lançou o álbum
Dr. Sin II que contava com a participação
de um novo integrante, o vocalista americano Michael Vescera
(ex - Loudness, famosa banda japonesa e ex-Yngwie Malmsteen).
Michael Vescera permaneceu na banda por um ano, fazendo
ao lado de Edu Ardanuy, do trio um poderoso quarteto.
Retornando
a formação original, como Power Trio em
2003, o Dr. Sin lançou o 1º material oficial
em vídeo, um DVD onde a banda comemora 10 anos
de existência e muito rock'n roll.
Após
o sucesso do álbum de covers Listen to the Doctors,
o Dr. Sin lança o álbum Bravo que vem sendo
sucesso de vendas, estando em primeiro lugar de vendas
da gravadora Century Media.
Edu
Ardanuy também é muito popular como professor
de guitarra, já lecciona há mais de quinze
anos e vem ministrando aulas e workshops por todo País. |
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Faíska
Apesar de ser um excelente guitarrista, Faíska
é pouco conhecido da mídia nacional. Um
pouco de sua história: Faíska iniciou sua
carreira na banda de rock "Zhappa" que fazia
muito sucesso nas domingueiras de clubes da década
de 70 e durou até meados de 1979. Ele adorava essa
banda porque lá podia tocar músicas de seus
ídolos mais influentes como Ritchie Blackmore,
Jeff Beck e Johnny Winter. Foi também nessa época
que começou a fazer suas primeiras gravações
em discos de cantores famosos.
Após
esse período, Faiska ingressou na Joelho de Porco,
famosa banda de rock de São Paulo que tinha como
fundador o baixista Tico Terpins, que por sua vez era
proprietário do estúdio Áudio Patrulha
que seria conhecido mais tarde como o estúdio "A
Voz do Brasil", onde Faiska conheceu Zé Rodrix
que sempre o escalava para participar de gravações
de trilhas e jingles para rádio e TV trazendo-lhe
uma vasta experiência no ramo.
Foi
nesse estúdio que Faiska gravou também o
primeiro disco do grupo Tóquio, antiga banda de
Supla; gravou a música "Voltei pra Você",
trilha de uma novela da rede Globo, do compositor, cantor
e pianista João Paulo que se tornou um grande amigo
e parceiro musical; gravou o disco "Serpente Rara"
de Cida Moreira com quem Faiska trabalhou por alguns anos
e também gravou o primeiro disco da banda "Ponto
Chic".
Esta banda tinha como integrantes o baixista Celso Pixinga,
o baterista Albino Infantozzi e o pianista Luíz
Lopes, isso tudo sem contar a participação
de grandes músicos como Manito ( ex-Incríveis),da
banda Metalurgia e Mozart Mello.( Outro grande guitarrista).
Já
fascinado pela música instrumental entrou na banda
"Zona Sul" que era formada pelos seus amigos
já citados anteriormente, Álvaro, Rubinho,
Pixinga e o baterista Carlinhos Bala que tocavam grandes
clássicos populares dos Beatles, Spiro Gira, Joe
Cocker com arranjos funkeados e um toque muito pessoal.
Passaram por este grupo também os bateristas Eduardo
Viana, Maguinho, Fernando Gonçalves, os baixistas
Pedro Ivo, Leandro, Aurélio e Nadinho, os guitarristas
Mozart Mello(grande mestre) e Jarbas Barbosa. O ápice
da banda foi a participação e o título
de Melhor Interpretação da música
"Verdejar" de autoria de Rubinho Ribeiro no
Festival Globo Shell de 1985.
Depois
disso, a banda acabou se dissolvendo devido aos compromissos
profissionais dos músicos que, na sua maioria,
foram trabalhar como side-man de cantores nacionais.
Nesses mesmos anos 80 havia uma efervescência de
bares na cidade de São Paulo e Faiska trabalhou
como free-lancer tocando todos os dias com bandas de diferentes
estilos: rock, country, jazz e blues.
Foi nessa época que Faiska conheceu o guitarrista
Robertinho do Recife que o convidou para substituí-lo
na banda do cantor Raimundo Fagner. |
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Fernando
Noronha
Fernando
Noronha toca com a banda Black Soul desde janeiro de 1995.
Nesses anos de carreira, já gravaram 6 discos e
se apresentaram em Festivais e Clubes de Blues ao redor
do mundo, levando sua música para países
como Argentina, Chile, Bélgica, Holanda, Alemanha,
Espanha, Canadá, Suíça e Áustria.Trabalharam
ao lado de nomes como B.B. King, Buddy Guy, Jeff Healey,
Coco Montoya, Chris Duarte, Ron Levy e Phil Guy, entre
outros
Mas
é em cima do palco que FN&BS tem levado muita
música e diversão aos locais em que tem
se apresentado. Com seu "electric blues" contemporâneo,
o grupo tem conquistado muitos fãs e amigos em
todos os lugares em que tem se apresentado. Confira toda
essa energia ao vivo e saiba porque. |
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Frank
Solari
Frank
Solari nasceu no dia 25 de março de 1972, em Porto
Alegre, Rio Grande do Sul. Em 1978, começou seus
estudos com aulas particulares de piano. Ingressou no
Curso de Extensão Musical da UFRGS em 1981. Em
1985, Frank Solari concluiu o Curso de Extensão
em Piano Clássico e Teoria Musical da UFRGS. Após
passar por este conhecimento clássico e teórico,
iniciou de forma autodidata o estudo da guitarra elétrica.
Posteriormente buscou informação técnica
ouvindo todos os estilos musicais. |
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Gustavo
Guerra
Durante
o London International Music Show 2008 (Inglaterra), um
brasileiro chegou ao topo mundial. O curitibano Gustavo
Guerra deixou para trás mais de 700 concorrentes
– incluindo alguns conterrâneos – e
foi anunciado vencedor do disputado Guitar Idol. A competição
aconteceu pela internet e o brasileiro teve mais de 5.000
mil votos.
“Vencer
o Guitar Idol é o reconhecimento por duas décadas
de trabalho árduo e muita dedicação”,
avaliou Gustavo. O brasileiro gravará um CD pela
Lion Music, que terá a presença dos 12 finalistas.
Ele ainda abocanhou uma guitarra Paul Reed Smith, um amplificador
Peavey Valve Amplifier e pedais da Roland/Boss. Além
disso, Gustavo Guerra também participará
de workshops promovidos pela The Guitar Institute e pela
Rockschool.
Nos
últimos anos, Gustavo Guerra tem chamado a atenção
como uma espécie de fenômeno. Seus vídeos
postados no YouTube atingiram a expressiva marca de mais
de cinco milhões de acessos. |
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Hudson
Cadorini
Udson
Cadorini Silva (Cássia dos Coqueiros, SP, 16 de
agosto de 1972), mais conhecido como Hudson Cadorini ou
Hudson, é um guitarrista brasileiro de rock e música
sertaneja, que forma com o irmão Edson a dupla
sertaneja Edson e Hudson.
Quando
mais novo, Hudson cantava com o irmão em locais
como praças públicas, bares, rodeios e bailes.
Ambos utilizavam o nome Pep e Pupi, tornando-se mais tarde
os irmãos Edson e Hudson. Os irmãos eram
de família circense, e adquiriram muitas experiências
no circo, que os ajudaram a fortalecer a união
e mostrar a força e potencial que tinham para a
música. A fusão da voz de Edson com a guitarra
de Hudson fez com que a dupla se tornasse uma das mais
queridas do Brasil, agradando a pessoas de todas as idades.
Com 11 CDs e 4 DVDs lançados, a dupla se diferencia
devido à guitarra de Hudson, que leva ao som da
dupla características vindas do rock e do hard
rock, junto à influência da música
country.
Os
irmãos anunciaram recentemente a separação
da dupla, com um último álbum a ser gravado
ao vivo no dia 31 de Dezembro de 2009. |
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Hugo
Mariutti
Hugo
Mariutti Pereira, São Paulo, 18 de dezembro de
1975. Em 2000, após a divisão do Angra por
motivos de desentendimento, André Matos, Luis Mariutti
e Ricardo Confessori formam a banda Shaman. Na época
sem guitarrista, Luís chama seu irmão Hugo
Mariutti que incorporar-se à banda. Com a banda
finalmente completa, o Shaman trabalhou para tornar-se
conhecido e marcar seu nome, iniciando com uma turnê
de estréia que passou pela Europa e América
Latina.
A
temática da banda é focada principalmente
no xamanismo, de onde surgiu o nome Shaman. Mesclando
heavy metal tradicional, música erudita e ritmos
regionais, se deu início às gravações
do primeiro álbum, "Ritual", lançado
em 2002. Em 2003, a banda gravou um show em São
Paulo para um DVD.
Atualmente
Hugo toca na banda de Andre Matos, junto com Luis Mariutti
(com quem também toca no Henceforth), Fabio Ribeiro
(com quem formou a banda Remove Silence), Elóy
Casagrande e Andre Hernandez. |
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Joe
Moghrabi
Na
área de composição Joe participou
intensamente. No CD do Bipin´ (Quatro Elementos),
seis das nove músicas são de autoria de
Joe e no CD do Voga (A Lobby of Notes), dez das doze músicas
são do guitarrista Joe Moghrabi e, estão
para sair mais dois CDs com composições
de Joe em sua maioria: O CD do Freio de Mão (Joe,
Alaor Neves e Celso Pixinga) e o CD de Alaor Neves que
além da maioria das composições teve
a produção de Joe.
Atualmente Joe está se dedicando ao um projeto
solo e, as apresentações podem ser feitas
em duas versões: Trio, com bateria e Baixo e quarteto,
com bateria, baixo e teclado. As músicas podem
ser conferidas através de downloads gratuitos (MP3)
e o preço dos shows varia conforme a versão
e distância dos mesmos.
Joe Moghrabi está lecionando há mais de
23 anos. “Fazer parte da evolução
de novos talentos é uma segunda arte”. A
didática de Joe tem alto teor de soluções
práticas em suas metodologias: Joe Guitar Pró
para iniciantes e Guitar Secrets para iniciados, ou seja,
se o aluno tem como objetivo tocar, não faltarão
assuntos... Da técnica ao repertório.
Já visitou todas as regiões do Brasil com
seus workshops e máster classes. Estes workshops
(diferentes das clínicas e master classes) têm
a apresentação de temas que enfocam o resultado
final de toda a dedicação de Joe em relação
à música. A música profissional para
um instrumentista que não visa a área de
side man (acompanhar cantores ou bandas) não tem
“praia”; tem sotaque, personalidade, bagagem
e atitude, ou melhor, o impacto pode agredir o ouvinte
independente do estilo e número de notas que o
músico está tocando. E esta musicalização
da didática pode ser comprovada nos eventos de
Joe Moghrabi. |
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Juninho
Afram
Nascido
em São Paulo, desde adolescente Juninho Afram envolveu-se
com música, estudando próximo à sua
casa em um conservatório de violão clássico
aos treze anos. Porém, uns poucos anos depois,
deu preferência à guitarra elétrica,
por influência de bandas como Pink Floyd e do rock
dos anos 70 e 80. O início do aprendizado na guitarra
elétrica foi um período de dificuldades
para ele, tanto pelo alto preço dos instrumentos
e acessórios, quanto pela escassez de material
didático.
Aos
quatorze anos ganhou sua primeira guitarra, e começou
a tocar com amigos da vizinhança. Aos quinze anos
começou a tocar na Igreja Cristo Salva, com uma
banda chamada Estação Céu, sendo
essa uma época onde pôde desenvolver suas
habilidades músicais. Naquela mesma igreja conhece
Walter Lopes e Wagner García, e, posteriormente,
com eles forma a banda Oficina G3. Logo também
ingressaram na banda Luciano Manga e Túlio Régis.
Juninho Afram era guitarrista da banda, assumindo apenas
esporadicamente os vocais em algumas músicas (como
Perfeita União e Espelhos Mágicos).
Durante
os anos vários membros saíram da banda e
vários outros entraram; dentre os que entraram
estão Duca Tambasco (em 1994), Jean Carllos (em
1995) e Mauro Henrique (em 2008), os quais são
os membros que compõem a formação
atual do Oficina G3. Após a saída de PG,
vocalista da banda entre 1998 e 2003, o grupo decidiu
entre si colocar Juninho Afram nos vocais. Passados cinco
anos de sucessos e duas indicações ao Grammy
Latino Grammy Latino[3], Juninho deixa o posto de vocalista
principal da banda no final de 2008, quando o grupo recebeu
um novo integrante para exercer tal função,
o até então professor de música e
produtor musical Mauro Henrique.
Aos
22 anos, estudou guitarra junto com Kiko Loureiro (guitarrista
da banda Angra). Estudou canto lírico, na Universidade
Livre de Música, por dois anos e meio, e também
guitarra, com Mozart Mello, no IG&T (Instituto de
Guitarra e Tecnologia). Hoje Juninho é um dos endorsers
da conceituada marca de guitarras Tagima, sendo o único
guitarrista a ter dois modelos exclusivos de sua assinatura,
a JA e a Arrow. Também pela Tagima foi lançada
uma linha de violões elétricos com sua assinatura.
É endorser das cordas NIG há vários
anos (possui uma linha de cordas com seu nome). Tem também
como patrocinadores Maverick amplificadores e Landscape
pedaleiras Pedalboard. E a grande marca de equipamentos
da BOSS convidou o guitarrista para ser garoto propaganda
de uma linha afinadores cromáticos. |
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Kiko
Loureiro
Por
dois anos seu professor, Pedro Bueno, ensinou-lhe os primeiros
acordes e peças de violão. Adolescente roqueiro,
quis aprender a tocar guitarra. Ganhou sua primeira guitarra
aos treze anos, uma Giannini modelo SG preta, e um amplificador
cubo também Giannini. Foi então aprender
os solos e riffs que ele tanto desejava, de guitarristas
como Eddie Van Halen, Jimmy Page, Jimi Hendrix, Randy
Rhoads, entre outros. Aos dezesseis anos, já levando
bem a sério o estudo da guitarra, foi estudar no
antigo IG&T e lá teve a oportunidade de conhecer
o guitarrista Mozart Mello, com o qual estudou durante
cinco anos.
Foi
neste período que começou a tocar profissionalmente
nas casas noturnas de São Paulo. Sua primeira banda
nesta época foi o Legalize (com Edu Mello nos vocais,
Dennis Belik no baixo e Alja na bateria). Posteriormente
tocou com a banda A Chave, participando também
no projeto do tecladista Fábio Ribeiro, o Blesqui
Zátsaz. Também nesta fase, ele conheceu
Seizi Tagima, quando levou sua Ibanez, guitarra posterior
à Giannini, para regular, e assim visitou o atelier
deste famoso luthier. Depois deste encontro, Kiko e Seizi
desenvolveram uma guitarra que veio a ser o protótipo
da Tagima Zero e substituiu sua Ibanez. Ele utilizou tanto
seu protótipo quanto as Tagima Zero por muitos
anos e recentemente desenvolveu dois novos modelos, a
Tagima K1 e a Tagima K2.
Aos
dezenove anos foi convidado para entrar no recém-formado
Angra. A partir daí sua história se confunde
com a história desta banda. Teve de se dedicar
por tempo integral ao Angra, pois os resultados perante
crítica e público desde a primeira demo,
de 1992, foram surpreendentes.
Em
março de 1993 Kiko grava sua vídeo-aula
pela produtora MPO, e logo em junho viaja à Alemanha
para gravação do primeiro CD do Angra, intitulado
Angels Cry. O Angels Cry, em sua estréia, obteve
grande repercussão, principalmente no Japão,
onde alcançou disco de ouro.
Várias
empresas associaram suas marcas a seu nome, principalmente
as guitarras Tagima, com as quais ele gravou todos os
álbuns do Angra e o acompanharam mundo afora por
diversas turnês e workshops. Outra empresa de guitarra,
a japonesa Stafford, criou um modelo-assinatura de Kiko
Loureiro, porém de venda exclusiva no Japão.
Ele
foi colunista durante um ano e capa por duas vezes da
revista japonesa Young Guitar, colunista e capa das revistas
Guitar & Bass e Cover Guitarra e teve uma matéria
publicada na Guitar Player americana em outubro de 2007,
dentre outras publicações.
No
início de 2006, Kiko Loureiro foi eleito pela revista
japonesa Burnn! o melhor guitarrista do mundo Também
foi chamado para fazer uma participação
no álbum da cantora finlandesa Tarja Turunen e
participou da turnê pela a América Latina
junto com ela. Recentemente ele participou da NAMM 2009,
uma das maiores feiras musicais do mundo. Se apresentou
ao lado de renomados músicos como Victor Wooten,
John DeServio (black label society), Ritchie Kotzen, Eddie
Jackson (Queensryche), Joe Satriani, Mike Terrana(esse
já gravou com Kiko Loureiro 2 albums do próprio),
Doug Wimbish (Madonna, living Colour, Mick Jagger) e Neil
Smith (Alice Cooper). Ja havia participado da NAMM 2008
antes. Ja tocou em diversos progamas de TV, inclusive
na Rede Globo (Jô Soares e Altas Horas), na Record,
Espn Brasil, entre outras. Recentemente recebeu uma proposta
para abrir alguns shows do Iron Maiden, mas não
pode ir devido aos shows já agendados com o Angra. |
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Marcos
de Ros
Marcos
De Ros Iniciou sua carreira aos 9 anos, copiando alguns
acordes e melodias no violão.. Em 85, com 14 anos,
já fazia shows com sua primeira banda de rock,
o GARGANTHUAE, e em 88 tocava em várias bandas,
desde jazz-fusion até thrash-metal. Nesta mesma
época começou a ter aulas de violino. No
ano seguinte foi admitido como violinista na Orquestra
Sinfônica de Caxias do Sul. Em 91, com 20 anos,
formou o power trio DE ROS, com o baterista Sandro Stecanela
e o baixista Fábio Alves. Com esta formação,
a banda gravou algumas demos e fez vários shows
na região e no centro do país.
No
ano de 92 foi contratado como músico de estúdio
para gravar o disco Radicci, lançado pelo selo
Official Bootlegs. Em 94 lançou seu primeiro disco
com a banda DE ROS, o LP independente AD DEI GLORIAM,
que em 96 foi relançado em formato CD, e conseguiu
uma ótima repercussão, tanto em termos de
público quanto de critica. No começo de
97 gravou UNIVERSE, pelo selo Megahard Records, um CD
com mais peso e músicas que refletem um grande
amadurecimento, além de algumas surpresas como
o uso mais acentuado de teclados, a cargo de Éder,
a participação de uma cantora, Franciele,
que faz uma vocalização belíssima
em Eternal Life e algumas passagens acústicas,
como Para- Bhakti, que trazem à tona um estilo
diferente e muito musical. No ano de 1999 lançou
o seu terceiro CD instrumental, MASTERPIECES. Este CD
é na verdade uma idéia inovadora, pois se
trata de uma releitura de músicas eruditas de compositores
consagrados, como Mozart, Bach, Villa-lobos e Paganini,
entre outros.
Difícil
explicar o tipo de emoção que a audição
deste CD desperta no ouvinte, uma vez que além
de contar com a colaboração de excelentes
músicos e com uma intensa pesquisa de arranjos
e timbres no estúdio, Marcos De Ros ainda foi muito
feliz na escolha do repertório, sabendo dosar o
lirismo da \\\'Ave Maria\\\' com a força do \\\'O
Vôo do Besouro\\\'; a sutileza da \\\'Meditação
de Thais\\\' ao virtuosismo do \\\'Capricho 17\\\'. Em
2000 o guitarrista junto à sua banda, o AKASHIC,
realizou uma extensa turnê na Europa, tocando Em
Portugal, Espanha, França, Suíça,
Bélgica e Holanda, fazendo vários shows
e workshops nestes paises.
Esta
turnê culminou com a gravação do CD
TIMELESS REALM, lançado em outubro do mesmo ano
no Brasil, pela Hellion Records, CD este que angariou
uma verdadeira legião de fãs em todo o Brasil,
gravado em Portugal com a produção de Luis
Barros.
No
ano seguinte, o musico trabalhou intensamente em workshops
e participou de alguns projetos de artista locais e também
do Terceiro festival internacional de Violão Erudito
de Caxias, sendo o único professor palestrante
a tocar guitarra elétrica no festival. Também
participou das coletâneas Hellion Collection vol.
3 e Guitarapalooza. O ano de 2002 foi marcado pelo intenso
número de ensaios, na pré-produção
do novo álbum do AKASHIC, além do lançamento
do primeiro CD-Rom instrucional feito por um guitarrista
brasileiro, o ADVANCED GUITAR TECHNIQUES, que foi lançado
com exclusividade pelo site norte-americano Chops From
Hell.
No
mesmo ano o guitarrista participou como convidado do CD
do guitarrista Português Paulo Barros. No inicio
de 2003, o AKASHIC gravou seu novo CD, - A BRAND NEW DAY,
que novamente contou com a produção do Português
Luis Barros e a masterização de Tommy Newton,
CD que está sendo ansiosamente aguardado pelos
fãs e pela critica especializada.
No
decorrer do mesmo ano participou da coletânea Virtual
Guitar Virtuosos, lançada exclusivamente no mercado
Tailandês. Em 2004 fez uma extensa turnê pela
Argentina, Bolívia e Paraguai ao lado do guitarrista
Argentino Pablo Soler, turnê esta chamada de South
American Guitar Masters e participou do CD Shawn Lane
Tribute vol II (Lion Records, Finlândia) com uma
composição inédita e fez uma participação
no CD APPASSIONATO, de Yasu Matsushita (Japão).
No mesmo ano gravou Masterpieces 2, CD este que obteve
incrível projeção nacional.
No
ano de 2005 gravou seu segundo CD Rom, INTENSE PICKING,
pelo selo Chops From Hell, e no lançamento nacional
o CD do Akashic, tocou na casa de espetáculos paulista
Via Funchal ao lado das bandas Pain Of Salvation e Evergrey.
O músico continua com seu projetos de turnê
pela américa latina. Também desenvolve um
trabalho junto ao acordeonista Oscar Dos Reis que resultará
na gravação de um CD no segundo semestre
de 2006.
Marcos
De Ros já foi citado várias vezes, pela
critica especializada e pelos leitores de revistas especializadas
(Rock Brigade, Roadie Crew) como um dos melhores guitarristas
do Brasil. Fez shows e workshops em vários paises,
como Argentina, Bélgica, Bolívia, Espanha,
França, Holanda, Paraguai, Portugal e Suíça.
É o primeiro guitarrista Brasileiro a lançar
um CD-Rom didático no exterior. |
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Mozart
Melo
A
partir de 1967 com o grupo Os Selvagens (TV Bandeirantes
- programa Mini Guarda). Como solista desde 1988 (a partir
da primeira apresentação em São Carlos
no Café com Letras). Atividades didáticas:
Desde 1977 incluindo várias Escolas e Conservatórios,
a coordenação didática do IGT (1988),
Workshops, Seminários e Cursos por todo o país,
cinco livros, grande número de apostilas (produções
independentes), 2 vídeo-aulas (Fusion/Blues) e
um vídeo show com Albino Infantozzih.
Colaborou
com as revistas: Tok pra quem Toka, Cover Guitarra e Guitar
Player (ex-editor técnico). Cursos na Faculdade
Carlos Gomes e para alunos da FAAM e Santa Marcelina.
Cursos nos Conservatórios Souza Lima, Frutuoso
Viana e D. Pedro I e atualmente diretor pedagógico
e professor do EM&T (Escola de Música e Tecnologia).
Shows
/ eventos importantes que participou: Free Jazz Festival
85/86, Festival de Inverno de Campos do Jordão
85/86, Festivais de Jazz de Montreal, Quebec, Otawa todos
em 86, Guitar Mix (todas as edições), Festival
de Jazz de Cascavel, abertura de dois shows para Frank
Gambale etc. Já trabalhou para as marcas: Spanish,
Harmonic, Tagima (atualmente), Fernandes, Aria Pro II,
Oliver, Meteoro (atualmente), Alvarez, Samick etc. |
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Nuno
Mindelis
Nuno
Mindelis nasceu em 07 de agosto de 1957, em Cabinda, Angola
(país do Leste da África).Seu interesse
pela guitarra começou muito cedo, quando tinha
apenas 5 anos de idade e com 9 anos já construia
e tocava suas próprias guitarras. Ouvindo Blues
desde a infância, sua primeira influência
foi de Otis Redding, Booker T & The MG (Steve Cropper,
guitarrista da gravadora Stax, Donald ''Duck'' Dunn e
Al Jackson).
Mais tarde, unido a um primo mais velho no Canadá,
Nuno passou a tocar em uma banda em jams e em clubes locais,
permanecendo por lá aproximadamente um ano. Em
1976, após um ano de separação da
família, se reuniu a eles em sua casa no Brasil.
Até meados de 1990 nada acontecia, até que
uma gravação independente, feita fora do
país, começou a ser tocada nas rádios
locais. Em 1991 ele foi convidado a gravar seu álbum
de estréia em carreira solo: '' Blues & Derivados'',
que recebeu muitos elogios da mídia Brasileira.
Em 1992 ele gravou seu segundo álbum solo: '' Long
Distance Blues'' da Movieplay Records. Este álbum
teve participação de Larry McCray, guitarrista
da banda de Gary Moore, e do músico J.J. Milteau,
tocando Harpa. Mais uma vez a crítica foi favorável
e Nuno foi muito bem recebido pela mídia Brasileira.
Nesse ano, paralelamente à excursão promotional
do álbum, Nuno participou de um festival de Blues
em São Paulo também participaram: Robert
Cray, Otis Clay, Ronnie Count, Lonnie Brooks, e Bo Diddley.
A
revista americana ''Guitar Player'' citou em 1994 Nuno
Mindelis como destaque e finalmente em 1998, Nuno foi
reconhecido como o Melhor ''Blues Guitarrist''. Em 1995
Nuno foi convidado tocar no 20o aniversário do
Antone's em Austin, no Texas, abrindo para Junior Wells
e Guy Forsite, Clarence Gatemouth Brown e Storyville.
As manchetes do jornal do Austin Blues anunciavam a chegada
de Nuno como ''Fera Sulamericano está vindo!''.
Nesse mesmo ano Nuno gravou ''Texas Bound'', com participação
de Tommy Shannon & Chris Layton da ritmica do ''Double
Trouble'' de Stevie Ray Vaughan.
Em
1999 Nuno lançou ''Blues On The Outside'' e mais
uma vez a mídia aplaudiu. Atualmente Nuno Mindelis
é considerado pela mídia e pelos fãs
como o melhor guitarrista de Blues ''Brasileiro''.
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Pepeu
Gomes
Considerado
pela revista americana Guitar World como um dos dez melhores
guitarristas do mundo na categoria "world music",
aprendeu a tocar violão ainda cedo em sua cidade
natal. Aos onze anos ingressou em uma banda, chamada "Los
Gatos" e, aos quatorze anos, participou da banda
"Os Minos."
Na
década de 70, com Moraes Moreira, Paulinho Boca
de Cantor, Luiz Galvão e Baby Consuelo formou o
grupo "Novos Baianos". Partiu para a carreira
individual com o final do grupo, por volta de 1978.
No
final da década de 1980, voltou-se para a música
instrumental, participando de festivais de jazz e lançando,
em 1989, "Instrumental On The Road".
Nos
anos 90 dedicou-se mais a seu trabalho como guitarrista,
relendo velhos sucessos como os chorinhos "Brasileirinho"
(Waldir Azevedo) e "Noites Cariocas" (Jacob
do Bandolim), presentes no início de sua carreira
e que fizeram sua fama de virtuose. Também enveredou
por um estilo mais pop, com o lançamento de "Meu
Coração" em 1999. Pepeu foi casado
com Baby Consuelo, com quem teve seis filhos, três
das quais formaram o conjunto SNZ - Sarah Sheeva, Nana
Shara e Zabelê. Após sua separação,
viveu com a então cantora de Axé Music Simone
Moreno.
Autor
de alguns grandes sucessos de pop romântico, Pepeu
entretanto prima pela participação como
músico em trabalhos de diversos outros cantores.
Apesar disto alguns de seus hits foram bastante executados
no Brasil, como "Eu também quero beijar",
"Masculino e Feminino" e os temas de telenovelas
"A Lua e o Mar" e "Sexy Iemanjá". |
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Rafael
Bittencourt
Rafael
Bittencourt nascido em 22 de outubro de 1971 é
um compositor, arranjador, orquestrador, multiinstrumentista,
produtor musical, professor de música e palestrante
brasileiro, além de ex-colunista, bem como de homem
de teatro. É o fundador e um dos guitarristas da
banda de heavy metal Angra.
Músico
de formação majoritariamente clássica
e jazzística, iniciou sua educação
musical em 1978, aos 7 anos de idade, motivado por seus
pais, assistindo a aulas tanto de piano clássico
quanto de flauta.
Aos
12, ao assistir, pela primeira vez, Angus Young tocando
guitarra em videoclip do AC/DC, decidiu que iria aprender
aquele instrumento: comprou seu primeiro violão
e começou a ter aulas. Estudando peças musicais
da cultura popular brasileira, tomou contato com os acordes
jazzísticos da Bossa Nova e seus ritmos típicos.
Cerca
de dois anos depois, começou a estudar guitarra
elétrica, inclusive dando continuidade ao estudo
daquele instrumento nos Estados Unidos, para onde mudou-se
em 1988, aos 17 anos. Durante sua vida, Rafael Bittencourt
estudou com os alguns dos mais renomados professores de
guitarra dentro e fora do Brasil, ente eles, Mozart Mello.
De
volta ao Brasil, ingressou na Faculdade de Artes Santa
Marcelina, em São Paulo, pela qual graduou-se em
Composição e Regência, em 1996.
Fundou
sua primeira banda em 1986, aos 15 anos, chamada "Lixo
Atômico", e, nessa mesma época, deu-se
sua primeira apresentação ao vivo, com uma
antiga banda sua, "Detroit", em um festival
de metal em Pindamonhangaba. Também já tocou
nas bandas brasileiras "Spitfire" e "Kentucky".
Nos
Estados Unidos, tocou guitarra em uma big band de jazz
(onde recebeu o prêmio Louis Armstrong como o melhor
solista, em 1988) e tuba em duas orquestras, além
de ter participado de um coral.
No
início da década de 1990, durante os anos
de faculdade, embriagado pela atmosfera acadêmica,
fundou, junto com alguns amigos da universidade, uma banda,
que misturava as raízes latinas de seus integrantes
com o material erudito. Para tanto, coletou idéias
e escreveu peças musicais para o projeto que, mais
tarde, seria chamado "Angra".
A
banda Angra lançou o primeiro álbum, Angels
Cry, em 1993.
Durante
sua estada nos Estados Unidos, Rafael Bittencourt tomou
parte em diversas atividades do teatro, principalmente
a dramaturgia.
Ainda
na arte da escrita, mas no Brasil, foi colunista de várias
revistas especializadas de guitarra, a saber: "Cover
Guitarra" e "Guitar Class", além
de colaborador da "Guitar Player".
Como
professor de música, lecionou, durante três
anos, Linguagem e Estruturação Musical na
Escola de Música e Tecnologia - EM&T, assim
como Técnica Avançada de Guitarra no Conservatório
Souza Lima. Ainda no ramo da educação, ministra
workshops em todo o território nacional.
Também
é produtor musical, já tendo produzido as
bandas brasileiras "Karma" e "HolyFire". |
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Ricardo
Primata
Começou
seus estudos musicais aos 11 anos de idade, cursando violão
popular. Em seguida, passou a estudar violão erudito
no curso de extensão da Universidade Federal. Na
pré-adolescência, começou a fazer
apresentações em público, tocando
violão erudito em aberturas de feiras escolares
e tocando guitarra em algumas bandas, até que formou
a "ANGKOR", com um estilo peculiar e com composições
próprias, que mesclavam o rock à música
erudita, flamenca e brasileira.
Depois
de freqüentar formações de bandas dos
mais variados estilos, em 2002 montou o RITMIA, que em
2004 lançou o 1º CD, com 10 faixas que passeiam
por diversos ritmos e com a participação
de grandes instrumentistas. A iniciativa de trazer algo
novo para os ouvidos das pessoas, rendeu a Ricardo Primata,
muitos elogios da crítica especializada de rádio,
jornais, sites, dentre outros, como a Revista Guitar Player
brasileira, de dezembro de 2004, que publicou uma entrevista
feita com ele e afirmou: "Riffs poderosos, solos
bem construídos e boas composições
são qualidade do guitarrista baiano Ricardo Primata”.
Depois
de divulgar bastante o trabalho e ser figurinha carimbada
com workshops na Bahia, Primata começava a desenvolver
novo material para seus alunos - utilizando apostilas
e cd’s de seu método de ensino - e, também,
se tornou um dos guitarristas mais requisitados para aulas
da cidade. Participou, a partir da mesma época,
de workshows, como convidado, de grandes músicos,
como do guitarrista Kiko Loureiro (Angra) e do vocalista
Edu Falaschi (Almah/Angra).
Em
2005, lançou seu trabalho instrumental, intitulado
“VISÕES”, deflagrando temas agradáveis
e envolventes, com grande valorização da
melodia e certeiros momentos virtuosos. Em 2006, o músico
volta aos lançamentos, com o primeiro registro
da banda SLOW, pelo selo Maniac Records, o que gerou apresentações
memoráveis ao lado de bandas como Angra e Jeff
Scott Soto.
Todas
estas exposições renderam a Ricardo boas
aparições da mídia especializada
brasileira, com várias matérias em revistas.
Através do seu site: www.ricardoprimata.com.br,
mantêm um canal de interatividade com seu público.
Seu cast de endorsers hoje conta com as empresas Crafter
Guitars, Morley Wah-wah, T. Miranda Custom Effects, Softcase,
Groove Strings e Athelier Phnx.
Hoje,
Ricardo estuda Composição e Regência
na Faculdade de Música da Universidade Federal
da Bahia, divulga o trabalho da banda Fonoclama, ministra
aulas particulares de guitarra e realiza workshops pelo
Brasil. Paralelo a estas atividades desenvolve também
o seu trabalho instrumental, o qual acaba de lançar,
neste ano de 2009, o disco “ESPELHO DA ALMA”,
com 12 faixas instrumentais de rock/metal progressivo
salpicadas por elementos da música brasileira –
entre outros ingredientes, bastante tempero do nosso Nordeste.
Prato cheio para quem gosta da boa música e de
performances arrasadoras. O disco conta com a participação
do repentista Bule Bule e do mestre da guitarra baiana,
Armandinho Macêdo.
Dedicação,
esforço e amor à música. Defina-se
assim Ricardo Primata. Qualidade, inspiração
e respeito aos fãs. Defina-se assim o trabalho
deste excelente e talentoso guitarrista brasileiro cuja
lavra já mostra que veio para o mercado com música
de qualidade. |
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Robertinho
de Recife
Começou
a carreira cedo, como guitarrista prodígio e virtuose.
Aos 12 anos já se apresentava tocando com os pés.
Na sua vida profissional já fez de tudo um pouco:
tocou em bandas pop nos Estados Unidos; estudou música
sacra no seminário; acompanhou alguns ídolos
da Jovem Guarda, como Jerry Adriani e Rosemary.
Tocou
blues, jazz e country em transatlânticos que faziam
cruzeiros pela costa brasileira; foi músico de
estúdio, tocando estilos radicalmente diferentes
em discos de Hermeto Pascoal, Cauby Peixoto, Jane Duboc
e Os Fevers; tocou música infantil e heavy metal;
lançou o disco "Rapsódia Rock",
com shows que incluíam uma orquestra e em que se
apresentava vestido de Mozart. Atualmente trabalha também
como produtor ("Flor da Paraíba", de
Elba Ramalho). |
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Roberto
de Carvalho
Roberto
de Carvalho nasceu no Rio de Janeiro em 16 de novembro
de 1952. Desde a década de 1970 é casado
com Rita Lee, com quem mantém uma parceria musical
bem sucedida e com quem tem três filhos: Beto, João
e Antônio, nascidos em 1977, 1980 e 1982, respectivamente.
Toca violão, teclado e ajuda nos vocais.
Participou
de uma das formações finais da banda Tutti
Frutti. Embora sejam a maioria de suas composições
parcerias com Rita Lee, Roberto já trabalhou com
nomes como Jorge Mautner, Arnaldo Antunes e Arnaldo Jabor,
entre outros. Além disso, em 1991, gravou um CD
solo. |
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Sergio
Dias
Sérgio
Dias Baptista (São Paulo, 1 de dezembro de 1951)
é um guitarrista, cantor e compositor, mais conhecido
por seu trabalho com Os Mutantes.
Sérgio
começou a tocar violão aos onze anos, seguindo
os passos de seu irmão mais velho Cláudio
César. Aos treze anos já havia chegado a
tal ponto que abandonou os estudos para se dedicar exclusivamente
ao instrumento, dando aulas particulares e fazendo parte
do conjuto Six Sided Rockers, juntamente com seu irmão
mais velho Arnaldo Baptista e Rita Lee com os quais mais
tarde formaria a banda Os Mutantes.
Com
o fim do grupo em 1978 foi para a Itália, onde
recebeu convites para fazer parte das bandas de Eric Burdon
e da italiana Area, mas recusou a ambos.
Retornou
ao Brasil, onde voltou a trabalhar com nomes como Caetano
Veloso e Gilberto Gil. Em 1980 lançou seu primeiro
álbum solo, Sérgio Dias, onde se mostrava
bastante eclético, indo do funk ao reggae e do
rock progressivo ao samba. O fracasso comercial do disco
motivou-o a mudar-se para os Estados Unidos, trabalhando
como músico de sessão e gravando trilhas
sonoras. Em 87 se "arrisca" como ator no filme
musical Johnny Love, que também teve músicas
de sua autoria.
Continuou
lançando seus discos solo durante os anos 90, gravando
canções tanto em português quanto
em inglês. Atualmente vive em Cotia, São
Paulo, onde tem um estúdio de gravação
de jingles. |
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Tiago
Della Vega
Guitarrista
de técnica e velocidade, o brasileiro Tiago Della
Vega é considerado o mais rápido do mundo
pelo Guiness Book. O gaúcho de Caxias do Sul entrou
oficialmente para o Guinness Book, o livro dos recordes,
no dia 7 de maio de 2008. Naquela ocasião ele tocou
sem errar a música The Flight of The Bumblebee,
de Nikolai Rimsky Korsakov, a inacreditáveis 320
BPM (batidas por minuto).
O
recorde de 320 BPM também já não
é mais a melhor marca de Tiago, que já subiu
essa marca para 370 BPM em um programa japonês gravado
neste ano. A marca ainda não foi reconhecida pelo
Guinness, mas já está em transito para virar
o novo recorde mundial de velocidade com a guitarra. |
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Tomati
Nascido
em São Paulo no dia 05 de outubro de 1966 , Carlos
Nascimento (Tomati), começou na música muito
cedo, por volta dos 5 anos de idade como autodidata, tirando
músicas de ouvido. Teve suas primeiras aulas de
violão aos 10 anos com o professor Luiz Antônio
Ruiz. Estudou 4 anos na conceituada escola do Zimbo Trio
o CLAM (centro livre de aprendizagem musical) com os professores
Valdo Luiz, Conrado e Fernando Correa.
Nessa
época, Tomati fazia parte de duas bandas a Contra
Tempo, que era uma banda formada por alunos do CLAM (jazz
e bossa nova), e Jota Paulo e seus Óculos Escuros
(pop) formada por um bando de malucos adoráveis.
Sofreu influência da música de Milton Nascimento,
Elis Regina, Hélio Delmiro, Baden Powel ,Tom Jobim
e João Gilberto, e de músicos estrangeiros
como Oscar Peterson, Joe Pass, Jeff Beck, Jimi Hendrix,
Pat Martino e Pat Metheny. Foi homenageado pelo Zimbo
Trio, tendo a oportunidade de tocar com eles em uma das
audições da escola no MASP (museu de artes
de São Paulo)em 1985.
Ficou
um ano estudando sozinho, dando aulas e estudando inglês.
Em 1987 Tomati foi para Los Angeles, para estudar no Musicians
Institute em Holywood, Califórnia, especificamente
no GIT (Guitar Institute of Technology). Estudou com grandes
feras como Joe Pass, Don Mock, Joe Diorio, Scott Henderson
,Frank Gambale, Paul Gilbert, Dan Gilbert, Jeff Berlin,
Larry Carlton, Gary Willis, Norman Brown, entre outros.
Foi
considerado por Don Mock, "UM DOS MAIS FINOS GUITARRISTAS
DO ANO". De volta ao brasil em março de 1988,Tomati
começou a participar intensamente do cenário
musical brasileiro fazendo workshops, gravando varios
jingles para comerciais de televisão, deixando
sua marca guitarrística em comerciais da C&A,Puma,
Shell, M2000, entre outros. Foi convidado a fazer parte
da banda TNT (todas na trave),tocando assim ao lado de
grandes músicos como Faisca, Alvaro Gonçalves,
Celso Pixinga, Maguinho, Pedro Ivo, etc..
Integrou
a Jean Luc Ponty Cover Band com o violinista Cassio Poletto.
Tocou com Eduardo Araujo, Afonso(do grupo dominó),
Mauricio Mattar, Os Incriveis, Marcio Montarroyos, Nico
Assumpção, Marcos Resende, Albino Infantozzi,
Luiz Avelar, Leo Gandelman e outros. Sua ultima turnê
como side man, foi com a cantora Fafá de Belém
passando por varias cidades do Brasil, Portugal e África.
Produziu um disco para o cantor Supla, uma linguagem diferente
misturando musica brasileira, jazz e hard core, apelidada
em Los Angeles pelo produtor
Liminha
de Bossa Furiosa, que ,infelizmente ,não saiu.
Participou do disco de vários artistas e músicos
como: Angelica, Fatima Nascimento, Nall, Silas Fernandes,
Celso Pixinga, Albino Infantozzi, Mr Motaba, Mila Christy,
e vários outros. Paralelamente a todos esse trabalhos,
Tomati gravou algumas de suas composições
instrumentais com o Sub Solo Trio (disco lançado
em vinil, em 1990). O SST, era formado por: Tomati na
guitarra, Cuca Teixeira na bateria e Edu Martins no baixo.
Gravou
um disco para o projeto Instrumental CCBB (Centro Cultural
Banco do Brasil). Participou do grupo Master Reunion com
o saxofonista americano David Richards. Idealizador do
projeto Planet Jazz em São Paulo, um espaço
para jazz maníacos que teve a presença em
1995, de músicos como, Ernie Wats, Rique Pantoja,
Nico Assumpção, Teco Cardoso, Faiska, encerrando
com a banda do guitarrista Scott Henderson e do baixista
Gary Willis, Tribal Tech. Deu aula dois anos consecutivos
no Festival de Inverno de Campos do Jordão (1996
e 97).
Já
endossou marcas famosas de amplificadores, guitarras,
cabos e cordas, entre elas: Oliver, Meteoro, Giannini,
Washburn, Samick, Dean Markley, Godin, Epiphone, Korg,
Suhr, Craft, Gibson e Marshall. Possui uma vídeo
aula entitulada Guitarra Jazz e Improvisação
produzido pela MPO vídeo. Participou do livro Fifteen
,que contem aulas e dicas de 15 guitarristas e acompanha
um Cd com uma de suas composições (vide
site para partitura e áudio).
Fez
uma jam com Harry Conick Jr. Em uma das edições
do Free Jazz Festival. Fez uma pequena turnê pela
Europa, onde tocou em varias casas noturnas na Holanda
e Itália. Tocou no Marants Jazz Festival, no music
club Bourbon Street, onde abriu os shows de Take 6 e Jimmy
Smith. Em 1998,Tomati foi convidado pelo apresentador
multimídia JÔ SOARES, a participar do seu
talk show hoje conhecido por PROGRAMA DO JÔ , exibido
de seg. a sexta, pela emissora Rede Globo de Televisão.
Ao
lado de Jô e seus parceiros no programa de TV, Tomati
faz parte do CD histórico da carreira do apresentador,
o primeiro em que ele (Jô) se apresenta como musico
e cantor JÔ SOARES E O SEXTETO. Em 2000, Tomati
lança seu primeiro CD inteiro cantado, pela gravadora
Lua Discos. Para inaugurar a nova fase de sua carreira,
além de músicas próprias, escolheu
canções de Tom Jobim e Carlos Lyra, entre
outros. O disco foi produzido por Beto Ruschel, artista
multimídia com atuações em televisão,
cinema, música e teatro. No CD Nascimento, músicas
de Tomati como Carlos, que entre outras referências
é uma homenagem a Carlos Santana e foi criada quando
o guitarrista mexicano ganhou o prêmio Grammy. Entre
as releituras estão Lígia de Tom Jobim,
Chove Lá Fora de Tito Madi, Sabe Você de
Carlos Lyra & Vinícius de Moraes e um "clássico"
da canção italiana, Estate. |
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Vandré
Nascimento
Nascido
em 12/06/1975 em São Paulo, iniciou seus estudos
em agosto de 1995 no Conservatório musical Souza
Lima com os professores: Kiko Loureiro, Kiko Moura, Joe
Moghrabi, Michel Leme, e Mozart Mello. Estudou pedagogia
com Reinaldo Garrido e improvisação jazz
com saxofonista David Richards. Participou de master classes
e cursos livres de técnica e improvisação
com Steve Morse, Frank Gambale, Scott Henderson, Joe Lovano
e Mike Stern.
Fez
workshop´s com grandes nomes da guitarra no Brasil
como: Joe Moghrabi, Kiko Loureiro, Lyba Serra, Michel
Leme, Mello Jr., Rafael Bittencourt, Felipe Andreoli,
Luiz e Hugo Mariutti, Ricardo Confessori, Ximba Uchyama,
Alaor Neves, Aquiles Priester, Marcos De Ros, Mestre Dinho
Gonçalves, entre outros. Participou de festivais
de música como o Festvalda, o 1° School Guitar
Festival, o projeto escolas no Tom Brasil, sendo finalistas
em todos esses; foi campeão do 1° Open Music
Berklee/Souza Lima em 1997. Com a banda METRIS abriu shows
do ex-Titãs Arnaldo Antunes, participou da Expomusic
em 1997 e 1998 nos estandes da Tagima e Music Hall e gravou
duas faixas no CD Coletânea do Conservatório
Souza Lima.
Em
dezembro de 1999 abriram shows internacionais das bandas
Primal Fear, DC Cooper e Pink Cream 69 em São Paulo.
No mesmo ano foi eleito pela revista Metal Invader o 13°
melhor guitarrista de Heavy Metal do mundo e em 2000 eleito
o melhor guitarrista de Heavy Metal da América
Latina, pelo site oficial da banda Angra. Com a banda
Victória participou do FECA, Festival da Canção
de Americana, sendo neste campeão e ganhando também
prêmios de destaque como melhor guitarrista do festival.
Faz parte do corpo docente do Conservatório Souza
Lima desde 1997 na unidade Jardins e foi o 1° professor
convidado a fazer parte também na unidade Alphaville
em 2002. Alem do curso livre de guitarra, desenvolveu
um curso de técnica e improvisação
onde fundamentou a aplicação de acordes,
escalas, mapeando todo o braço do instrumento,
tornando assim o aprendizado fácil e rápido
numa linha de raciocínio claro e eficaz. Atualmente
além de seu trabalho solo,toca com a banda Remmoto.
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Wander
Taffo
Wanderley
Taffo Júnior, mais conhecido como Wander Taffo
(São Paulo, 17 de maio de 1954 — São
Paulo, 14 de maio de 2008) foi um guitarrista brasileiro
e diretor geral da EM&T (Escola de Música e
Tecnologia). Ele tocou com Rita Lee e nas bandas Memphis,
Made in Brazil, Secos & Molhados, Gang 90 e as Absurdettes,
Joelho de Porco, Rádio Táxi e Banda Taffo.
Com
carreira iniciada com a banda Memphis em 1973, Wander
fundou a banda Rádio Táxi, que fez muito
sucesso com a música "Eva" em 1983. No
final dessa década, Wander deixou o grupo e passou
a fazer carreira solo, junto com os irmãos Andria
e Ivan Busic, lançando o disco Wander Taffo, produzido
pelo produtor musical Liminha. Chegou a receber o prêmio
Sharp de Música na categoria "Revelação
Pop Rock Masculino" por um solo gravado em Los Angeles,
em 1989. No ano seguinte, foi eleito melhor guitarrista
do Brasil pela crítica especializada. Com Marcelo
Souss nos teclados, formou-se a Banda Taffo, que teve
sucesso com seu disco Rosa Branca.
Wander
participou ainda de diversos discos: Marina Lima, de 1991,
Cássia Eller, de 1994, Clássicos, de Guilherme
Arantes, de 1994, entre outros. Em 1996, lançou
seu terceiro disco solo, Lola, que teve a música
"Sempre Junto de Você" na trilha sonora
da novela O Amor Está no Ar, da Rede Globo.
Em
julho de 1997, Taffo abriu o IG&T (Instituto de Guitarra
e Tecnologia). Assim, paralisou seus projetos musicais,
dedicando-se exclusivamente ao projeto. A escola, hoje
conhecida como Escola de Música & Tecnologia
(EM&T), une alta tecnologia a um centro de conveniência
nos moldes do GIT de Los Angeles (Estados Unidos), algo
inédito na América Latina, de onde é
considerada a melhor escola musical. Em apenas um ano
de funcionamento, o IG&T atingiu mil matrículas.
Já os irmãos Busic hoje estão no
Dr. Sin.
Em
2006, Wander voltou com a sua ex-banda Rádio Táxi,
que lançou um DVD marcando a volta da banda. Ele
planejava ainda a volta da banda Taffo para julho de 2008,
mas esse projeto foi interrompido por sua morte. Wander
Taffo faleceu na manhã de 14 de maio de 2008 em
decorrência de parada cardiorrespiratória.
Taffo não tinha histórico de problemas de
saúde, segundo sua assessoria de imprensa. Ele
tinha trabalhado normalmente no dia anterior e morreu
enquanto tomava o café da manhã. Deixou
esposa e dois filhos. |
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Yves
Passarel
Yves
Passarell é guitarrista da banda de rock nacional
Capital Inicial. Nascido no dia 8 de fevereiro de 1969,
em São Paulo, começou a tocar incentivado
por sua mãe, pianista, que também o influenciou.
Aos 14 anos já tocava em festivais de escola e
ao lado do irmão, Pit Passarell, fundou o Viper,
banda de heavy metal na qual tocou até 1999, participando
de importantes festivais no Brasil, Estados Unidos e Europa.
Considerado um dos grandes guitarristas de rock do cenário
musical brasileiro, Yves, que já era amigo dos
integrantes do Capital Inicial, foi convidado no final
de 2001 para ser o novo guitarrista da banda brasiliense.
Com o Capital, Yves já gravou cinco álbuns:
Rosas e Vinho Tinto, Gigante, Aborto Elétrico ,
Eu Nunca Disse Adeus, e o Multishow Ao vivo. Suas principais
influências são os guitarristas Jimi Hendrix
e Tony Iommi.
Paralelamente
à sua carreira, Yves também escreveu dois
livros. O primeiro, Temporada na Estrada, conta a história
do Viper pelo mundo por uma ótica diferente. O
livro fala muito mais sobre as viagens da banda –
suas histórias, baladas e roubadas – do que
sobre a própria banda. Inclusive, já foi
indicado para Feiras do Livro internacionais, como a de
Frankfurt. O segundo, Os Últimos Dias Perfeitos,
conta a história de Lucas e sua vida repleta de
problemas. Tenso, ele tenta intervir em seu destino. Mas
o desfecho dessa trama ficcional é surpreendente
e mostra o quão efêmeros podem ser os sonhos
do ser humano. |
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